Alimente-se de forma saudável e responsável

Conheça ferramentas que conectam consumidores e produtores de alimentos, orgânicos e da agricultura familiar, na cidade de São Paulo.

O que é consumo responsável?

Consumir também é um ato político e cidadão

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Agentes transformadores

Sistemas alimentares e consumo responsável

Consumo Responsável é um ato social. É a busca sobre a compreensão de um processo. No caso dos sistemas alimentares, Consumo Responsável é entender tudo aquilo que envolve desde a produção até o impacto de nosso consumo. 

 

Ao comprar alimentos, quais questões você leva em consideração? Algo além do preço e relação custo benefício? É importante considerar outros aspectos, quando buscamos consumir aalimentos de forma resposnsável, como, por exemplo:

O tipo de sistema de produção utilizado , as condições trabalhistas, a relação com o meio ambiente, o número de intermediários entre produtor e consumidor final, a remuneração de cada ator ao longo da cadeia produtiva, a distância geográfica e, até forma de transporte. 

 

Bastante coisa, né? Mas, não se preocupe, a conexão com essas questões representa um caminho a ser trilhado com impactos positivos em diferentes dimensões.

A Jornada do Alimento te convida a uma caminhada rumo a um mundo mais solidário, justo e sustentável.

 

De onde vem a comida de São Paulo?

Maior município do país, com cerca de 12 milhões de habitantes, São Paulo é abastecida de alimentos produzidos, em sua grande maioria, na área agrícola concentrada na zona sul da cidade (distritos de Parelheiros e Marsilac). Ali, cerca de 400 produtores cultivam verduras, legumes, algumas frutas e plantas ornamentais.


Regulamentada por uma legislação especifica (Lei Nº 13.727/12 de janeiro de 2004) a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) paulistana é composta por uma grande diversidade de atividades que combinam produção, comercialização, distribuição e consumo.

 

O escoamento desta produção se dá pelos centros de distribuição (Ceagesp), para mais de 800 feiras, mercados e sacolões. Existem também experiências diversas de produção artesanal e hortas comunitárias.

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horta comunitária

Impactos positivos

Um estudo produzido pela Fundação Ellen MacArthur constatou que para suprir toda a demanda de frutas, vegetais e hortaliças, seria necessário apenas 54% da terra agricultável peri-urbana.

Relocalizando a produção de alimentos e utilizando práticas agroecológicas, os efeitos previstos são :
 

  • Uma economia de US$ 67 milhões em custos com saúde devido à exposição reduzida a pesticidas e menor poluição do ar;

  • Degradação do solo evitada: US $ 25 milhões em solo salvo da degradação nas práticas agrícolas convencionais. Paralelamente a assentamentos habitacionais irregulares evitados que também ameaçam o meio ambiente natural;

  • Mitigação das mudanças climáticas: 92.000 toneladas de gases de efeito estufa evitados, no valor de US $ 10 milhões para a sociedade;

  • Economia de água: 46 milhões de m3 de água doce economizados, aliviando a pressão sobre as fontes de água locais que já estão ameaçadas pela urbanização;

  • Culturas mais diversificadas e fontes de receita: os agricultores cultivam uma gama mais ampla de culturas para servir os cardápios da gastronomia de São Paulo, enquanto aumentam a biodiversidade e diversificam suas próprias fontes de receita.

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